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Imprensa e Universidades    >    Releases    >    01 de Dezembro de 2005

ACNielsen apresenta os resultados de seu Estudo Global sobre Informação Nutricional

l 01 de dezembro de 2005

 

Os alimentos que promovem benefícios específicos para a saúde, ainda devem convencer os consumidores sobre seu valor. Dos 10 principais tipos de alimentos nesta categoria, somente quatro deles foram capazes de garantir pelo menos 1/3 de compradores regulares, quatro deles não foram considerados para compra por mais de 1/3 de compradores, e três jamais foram notados por 1/10, de acordo com o Estudo Global da ACNielsen sobre Informação Nutricional e Atitude do Consumidor diante de Alimentos Saudáveis e Orgânicos.

O estudo é realizado em média duas vezes ao ano e é o maior de seu tipo, já que em maio de 2005 incluiu mais de 21.100 entrevistados em 38 países nas regiões da: América Latina, América do Norte, Europa, Ásia Pacífico e África do Sul (Ver tabela 1 para maior informação no país).

Mundialmente, a África do Sul e a América Latina são as regiões com maior quantidade de consumidores convencidos do valor dos alimentos que promovem benefícios específicos para a saúde. Na África do Sul, em particular, a participação de compradores regulares de alimentos saudáveis encontra-se localizada como o primeiro lugar considerando seis de 10 tipos de alimentos.

A América Latina, por seu lado, conta com os compradores mais regulares para produtos alimentícios como “Sal para cozinhar enriquecido com iodo”, “Leite adicionado com suplementos/vitaminas”, enquanto que a população da Ásia Pacífico e América Latina ficou em primeiro lugar quanto à compra de “Bebidas fermentadas que contêm bactérias amigáveis” e “Leite de soja” (ver tabela 2).

Apesar do alto nível de consciência sobre os diversos alimentos saudáveis entre os consumidores, existem certos setores intransigentes, especialmente na Europa, que nunca compraram alimentos deste tipo ou nunca ouviram falar deles. De todos os mercados considerados, a Dinamarca se posicionou como o primeiro lugar em contar com pessoas que declararam nunca ter comprado ou ter ouvido falar de vários tipos de alimentos saudáveis, tais como “leite de soja” (94%), “leite adicionado com suplementos/vitaminas”, pão enriquecido com suplementos/vitaminas (83%), “sucos de fruta enriquecidos com suplementos/vitaminas” (60%) e “sal de cozinha enriquecido com iodo” (90%), etc. Os coreanos ficaram em primeiro lugar, ao se detectar que 69% de seus consumidores não comprou nem ouviu falar de óleos e margarinas com baixo teor de colesterol.

“De acordo com os achados, a falta de credibilidade parece ser a barreira principal para o consumo de produtos alimentícios que garantem propiciar benefícios para a saúde” comentou Arthur Bernardo Neto, Diretor de Consumer Research para a América Latina.

Em média, cerca de 1/3 dos consumidores nas cinco regiões consideradas indicaram que eles não acreditam que os alimentos realmente ofereçam benefícios adicionais para a saúde como afirmam. A maior desconfiança foi encontrada entre os habitantes da Ásia Pacífico e África do Sul com respeito aos “Sucos de frutas enriquecidos com suplementos/vitaminas”, enquanto que os norte-americanos e latino-americanos foram os que menos acreditaram nos óleos e margarinas com baixos níveis de colesterol (Tabela 3).

Quando se trata de outro tipo de alimento saudável – o orgânico - a situação é um tanto diferente. Ao redor do mundo, as alternativas orgânicas são compradas principalmente por razões de saúde, já que mais de dois terços dos consumidores afirmaram que pensam que este tipo de alimento é mais saudável para eles e para suas crianças. A percepção de saúde é consistentemente forte na Ásia Pacífico.

Como o estudo revela, os habitantes da Europa parecem estar mais conscientes dos principais benefícios dos alimentos orgânicos, já que 19% dos europeus declaram que o consumo de alimentos orgânicos beneficia o meio ambiente, e – de maneira interessante - 12% citou que a principal razão para comprar alimentos orgânicos alternativos é que são mais “amáveis com os animais”. Não obstante, menos de uma quinta parte de consumidores em outras regiões está consciente das implicações ambientais dos alimentos orgânicos e uma proporção ainda menor mencionou seus benefícios para os animais (Tabela 4). O preço é a barreira principal para a compra de alternativas orgânicas entre 1/3 dos habitantes na Ásia Pacífico e mais de 40% dos europeus e norte-americanos. Para os consumidores na América Latina e África do Sul, a falta de disponibilidade de produtos orgânicos é a razão pela qual as pessoas não os compram. De maneira interessante, detectou-se que mais pessoas desistiram de comprar alimentos orgânicos devido a sua credibilidade que aquelas que suspenderam sua compra devido à falta de disponibilidade. (Tabela 5)

A percepção geral entre os consumidores que não comprariam alimentos orgânicos foi que tais produtos são habitualmente mais caros. “Existe uma oportunidade para os consumidores ao encontrar um posicionamento para alimentos que afirmam ser saudáveis, através da credibilidade para eles e preços que não sejam proibitivamente caros”, continuou Arthur Bernardo Neto.

Os fabricantes e varejistas também devem compreender as diferenças geográficas em termos de aceitação e percepção do alimento orgânico”. Por exemplo, na região Ásia Pacífico, a percepção sobre o preço do alimento orgânico é um desafio em 8 dos 13 mercados estudados, enquanto que na Tailândia e China – em particular - a credibilidade terminou sendo o tema de maior consideração, acrescentou Arthur.

Entre a variedade de alimentos orgânicos, os ovos (32%), verduras (29%) e frutas (28%) são os artigos de maior popularidade e atraem a grande maioria dos compradores regulares. Do outro lado da escala, os produtos menos comprados pela maioria de consumidores ao edor do mundo são as bebidas de tipo orgânico (62%), delicatessen (52%) e chá (51%).

Os Estudos Globais sobre a Opinião do Consumidor da ACNielsen são estudos regulares e sindicalizados sobre o consumidor, que reúnem informação entre os usuários habituais da internet, através de entrevistas sobre seus hábitos e preferências, consumo de meios, produtos e serviços em diferentes mercados.

ACNielsen, uma empresa do Grupo VNU, é a empresa líder mundialmente em informações mercadológicas.  Atuando em mais de 100 mercados, a ACNielsen fornece análises de mercado e sua dinâmica, e atitudes e comportamento do consumidor. Nossos clientes apóiam-se em nossas pesquisas de mercado, nossas ferramentas de análise e serviços rofissionais para entenderem o desempenho competitivo, descobrir novas oportunidades e aumentar a rentabilidade de suas campanhas de marketing e de vendas. Para mais informações sobre a ACNielsen no Brasil, visite o site www.acnielsen.com.br  e para saber mais sobre a ACNielsen no mundo, visite o site www.acnielsen.com.

A VNU é uma companhia global de informação e mídia com posicionamento líder no mercado e marcas reconhecidas em informações de marketing (ACNielsen), medição e informações de mídia (Nielsen Media Research) e informações comerciais (Billboard, The Hollywood Reporter, Computing, Internedias). A VNU está presente em mais de 100 países, com sede em Haarlem, Holanda, e Nova York, Estados Unidos. A companhia conta com 38 mil associados. Em 2004, seus rendimentos totais superaram €3.3 bilhões. A VNU opera na Bolsa de Comércio Euronext Amsterdã (ASE:VNU). Para maiores informações, visite www.vnu.com

 





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