|
Outubro de 2009
São Paulo, Brasil
São Paulo, Brasil, outubro de 2009 – O cenário econômico ainda preocupa os consumidores brasileiros, mas não tanto quanto no começo do ano – período em que a crise entrava na fase mais aguda. Segundo o estudo Crise ou Incerteza?, da Nielsen Brasil, o consumo está crescendo gradativamente no País e os números mostram que o brasileiro voltou a buscar os itens preferidos e não apenas os mais baratos.
A percepção do bom momento da economia também foi verificada em um levantamento global da empresa – com 17.107 mil pessoas, em 50 países - que coloca o País em quarto lugar no ranking mundial de confiança do consumidor, atrás apenas de Indonésia, Índia e Filipinas. No País, a confiança está em 96 pontos, 14 acima da média global e da Argentina, para citar um país próximo, ambas com 82.
Outros dados que revelam o otimismo do brasileiro são as perspectivas para os próximos 12 meses em relação a emprego, finanças pessoais e compras de produtos necessários ou desejados. “Ainda não retornamos aos níveis pré-crise, mas a recuperação de janeiro para agosto é bastante expressiva e indica que estamos chegando lá. Em relação ao trabalho, por exemplo, a perspectiva saltou de 33% no primeiro trimestre de 2009 para 46% no penúltimo trimestre deste ano (nos três meses anteriores à crise, a perspectiva era de 61%)”, revela Sergio Pupo, executivo de Atendimento da Nielsen.

Movimento de classes – Na análise de consumo por nível sócio-econômico, a força das classes D+E, que representam 36% dos consumidores, ficou ainda mais evidente com o crescimento em todos os aspectos avaliados (frequência no ponto de venda, tíquete-médio – ou valor gasto por compra feita – e gasto total).
Houve queda no tíquete médio dos consumidores de nível sócio-econômico C, mas aumento na freqüência no ponto de venda. “Esta informação mostra que o conceito de ‘compra do mês’ está cada vez mais distante das classes C e D+E. A visita destes brasileiros ao ponto de venda está cada vez mais ‘objetiva’. Ou seja, eles vão para comprar os itens necessários para um determinado espaço de tempo e não se preocupam em estocar produtos”, conta o executivo.
A recuperação das categorias – A recuperação do número de categorias que voltaram a crescer aos patamares de 2007 é outro sintoma de que o País vive uma onda otimista, afirma Pupo. “No comparativo entre 2008 e 2007, 21% das categorias cresceram e 47% permaneceram estáveis. Já na comparação entre os primeiros semestres de 2009 e 2008, o crescimento foi de 42% e o índice de estagnação caiu para 31%.”

Inovação – As cestas demonstram crescimento de 1,7%, com destaque para as que trazem melhores propostas de custo benefício e remetem à praticidade, saudabilidade, e inovação. A categoria Iogurtes cresceu 10,5% com os investimentos em linhas light e diet e o lançamento de embalagens econômicas. “Já o mercado de bebidas energéticas, que cresceu 49,7%, e de isotônicos, cujo aumento foi de 27,7%, foram impulsionados pela entrada de novos players”, completa.

Na comparação entre o primeiro semestre deste ano e o mesmo período de 2008, os destaques são as cestas de bebidas não-alcoólicas e perecíveis, ambas com crescimento de 3,6%.

Não basta ter preço – Entre todas as ações para chamar a atenção dos compradores, as ações no PDV (ponto de venda) foram as que se mostraram mais eficazes. De acordo com o levantamento, iniciativas deste tipo incrementaram as vendas em 55%. “Os varejistas e a indústria já perceberam que a aproximação criativa e com foco no shopper (frequentador) da loja é fundamental para incentivar a venda de novos produtos”, esclarece Pupo.
Sobre The Nielsen Company (www.br.nielsen.com)
The Nielsen Company é uma empresa global de informações e mídia com posições de liderança na indústria de informações de mercado e consumidor, televisão, inteligência on-line, mensuração de telefonia celular, feiras e eventos e publicações comerciais (Billboard, The Hollywood Repórter e Adweek). De controle privado, com sede em Nova York (EUA), está presente em mais de 100 países. Para mais informações, acesse www.br.nielsen.com ou www.nielsen.com.
Contato para imprensa
Versátil Comunicação Estratégica (www.versatilcomunicacao.com.br)
Thiago Pugliesi (thiago@versatilcomunicacao.com.br)
Guilherme Batimarchi (guilherme@versatilcomunicacao.com.br)
Tel. (11) 2832-5500
Subir
|