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Março de 2011
São Paulo, Brasil
São Paulo, Brasil, fevereiro de 2011–Pela evolução econômica, estabilidade política e distribuição de renda, o Brasil apresenta um cenário econômico extremamente positivo e vem se destacando, inclusive dentro dos BRIC, por possuir uma matriz energética adequada, abundância de matéria-prima e ausência de conflitos étnicos e territoriais.
Para explicar o atual momento, a Nielsen (www.br.nielsen.com), empresa global de informação e mídia, apresenta as Mudanças no Mercado Brasileiro de 2011 a partir de três alicerces: a inovação; a qualidade no consumo e as estratégias vencedoras dos fabricantes que mais se destacaram no ano passado, além das expectativas para 2011.
NSE baixo - O grande impulso para este crescimento são consumidores das classes C2 e baixa (D e E), que vão mais vezes ao ponto-de-venda e que juntos, pelas categorias analisadas, contribuíram com 65% de todo o crescimento do consumo brasileiro, consolidando um novo ciclo de crescimento, no qual as classes da base da pirâmide assumem um papel fundamental no futuro da economia.
“Não por acaso, o varejo, que apresentou um crescimento em 2010 de 5,7% em volume e 5,5% em valor, teve como um de seus grandes propulsores os lares do nível socioeconômico C2 e baixo”, afirma Claudio Czarnobai, analista de mercado da Nielsen.

Perspectivas do estágio de consumo no Brasil
Fonte: Nielsen | Homescan
Qualidade no consumo e inovação – A grande surpresa vem com a conclusão que estes mesmos consumidores agora acessam categorias de maior valor agregado e marcas com posicionamento de preço acima da média de mercado, passando a fazer parte de suas cestas de compras. Esse fato influenciou o crescimento de várias categorias, por meio de diferentes vetores mapeados em 2010.
Além disso, o brasileiro está cada vez mais disposto a experimentar novos produtos, categorias diferentes, que estimulem novos usos e mudem os hábitos dos consumidores.
Razões importantes para a escolha de uma marca
“Os consumidores estão mudando. A consolidação da classe média e a maior contribuição do NSE baixo no mercado de consumo se destacaram pela busca por novidade e variedade”, pontua Czarnobai.
Estratégias vencedoras – Para saber como essa nova demanda será atendida, a Nielsen pesquisou quais as três principais estratégias dos fabricantes que mais se destacaram nos últimos dois anos e descobriu que a oferta de preço, a distribuição assertiva e o sortimento mais efetivo foram os alicerces de crescimento deles. Hoje, entre os top 40 fabricantes, que cresceram 7,4%, os 10 primeiros contribuíram com R$ 9,4 bilhões adicionais em 2010.
“Esse crescimento veio por meio da compreensão da dinâmica do consumo atual, da forte atuação com os vetores do crescimento e do foco em inovação, lançamentos e precisão na execução. Fabricantes atentos a esses movimentos tornaram-se mais assertivos em suas decisões e com produtos mais acessíveis aos NSE médio e baixo”, finaliza Claudio.
Sobre The Nielsen Company (www.br.nielsen.com)
The Nielsen Company é uma empresa global de informações e mídia com posições de liderança na indústria de informações de mercado e consumidor, televisão, inteligência on-line, mensuração de telefonia celular, feiras e eventos e publicações comerciais (Billboard, The Hollywood Repórter e Adweek). De controle privado, com sede em Nova York (EUA), está presente em mais de 100 países. Para mais informações, acesse www.br.nielsen.com ou www.nielsen.com.
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