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Imprensa e Universidades    >    Releases    >    30 de Janeiro de 2006

A confiança do consumidor cresce em todo o mundo

30 de janeiro de 2006

São Paulo, Brasil

  • O Índice de Confiança do Consumidor ACNielsen cresceu 6 pontos.
  • Mundialmente, os consumidores são mais otimistas em relação às perspectivas trabalhistas.
  • México, Argentina, Brasil e Chile destacaram-se entre os 10 principais países pelo número de pessoas que gasta com entretenimento.

Aumenta mundialmente a confiança do consumidor em suas economias locais, perspectivas trabalhistas e situação financeira pessoal.  O Índice de Confiança do Consumidor da ACNielsen, aumentou de 92 pontos em maio de 2005 para 98 pontos em novembro do mesmo ano. Tal aumento foi experimentado por dois terços dos países considerados.

Na América Latina, o Índice Médio de Confiança do Consumidor é de 99 pontos. Argentina mostra o maior nível de confiança da região com 105 pontos e o extremo oposto é o Brasil com 93 pontos. Sobre as principais preocupações atuais do consumidor latino-americano, está em primeiro lugar o Emprego com 28%, seguida pela Economia 20%, Crime e Insegurança 18%. A Argentina ocupa o 5o lugar em expectativas positivas do mundo (único país da América Latina entre os dez primeiros positivos).

Mundialmente falando, os consumidores mais otimistas vivem na região Ásia-Pacífico e na América do Norte. A Índia mantém a confiança mais notória.

Estas são algumas das descobertas do mais recente Estudo Mundial da ACNielsen “Pesquisa sobre a Confiança e Percepção dos Consumidores” realizada pela Internet. A pesquisa foi realizada em novembro de 2005 com mais de 23.500 consumidores – usuários regulares da Internet - em 42 países.

Sobre perspectivas trabalhistas e finanças pessoais
O ano de 2005 implicou esperanças justificadas de consumidores norte-americanos e canadenses, que melhoraram suas expectativas em relação à segurança trabalhista e à oferta de emprego e contam com um panorama mais positivo em relação às suas finanças pessoais. 68% dos americanos têm perspectivas trabalhistas de boas a excelentes ao longo dos próximos 12 meses, em comparação com os 54% que em maio responderam a mesma pergunta neste sentido.   De forma análoga, mais gente pensa que este é um bom momento para comprar.

A Europa parece que viu a luz no fim do túnel, já que a confiança do consumidor aumentou em 11 de 20 países (Noruega, Dinamarca, Polônia, Espanha, Bélgica, Finlândia, Suíça, Países Baixos, Suécia, Turquia, Alemanha e Grécia – comparação do Índice de Confiança do Consumidor de novembro x maio). A Noruega e a Dinamarca passaram a Irlanda, e agora lideram a lista das nações com maior confiança do “Velho Mundo”.  Sua crença em melhores perspectivas trabalhistas foi remontada. 

Na América Latina, 51% dos consumidores opinam que nos próximos 12 meses a perspectiva trabalhista é boa; 40% opinam que não é muito boa; 6% ruim e só 2% que excelente. Brasil e México destacam-se na região por seu pessimismo neste assunto, com 10 e 9% respectivamente.

O mundo fixa sua atenção na economia
Apesar do crescimento geral da confiança do consumidor e do número de pessoas que acreditam em um futuro financeiro positivo para si mesmo ao longo do próximo ano (impulsionado principalmente pela Europa e Estados Unidos), muita gente ainda se mantém cautelosa em relação ao gasto de seu dinheiro. O número de consumidores otimistas sobre sua situação financeira aumentou de maio a novembro, mas também aumentou proporção que pensa que o presente NÃO é um bom momento para comprar as coisas que quer e necessita, especialmente na Europa e América do Norte.

De maneira global, 59% dos consumidores têm expectativas financeiras positivas, tanto que 61% afirmam que preferem não gastar o dinheiro.  Mais pessoas – mundialmente falando – prefere destinar o excedente de seu dinheiro à poupança: 40% em novembro em relação a 36% em maio de 2005. Na América Latina, o Brasil mostra claramente uma maior cultura de economia em fundos, ações e previdência.

As pessoas gastaram mais em entretenimento durante o verão
Em relação ao que os consumidores fazem com o dinheiro excedente depois de cobrir seus gastos essenciais, é notório que a temporada de verão deixou sua marca no padrão de gasto. O entretenimento fora de casa, a roupa nova e as férias são as principais opções da lista de preferências mundiais depois da economia, deixando a tediosa obrigação de pagar as dívidas para o inverno. Esta tendência foi impulsionada principalmente pelos países europeus.

Também é interessante, no âmbito da moda, que a França tenha perdido seu título de segundo lugar enquanto o maior gasto em vestuário novo se refere, aos espanhóis (48%) e italianos (47%). Porém, os russos estão na liderança com 70% dos consumidores esvaziando as lojas de roupa, comparado com 49% em maio!

Entretenimento fora de casa
Os cidadãos dos Estados Unidos, Canadá e África do Sul continuaram usando seu dinheiro para pagamento de dívidas, não esquecendo do entretenimento fora de casa . Mas os latino-americanos não são inferiores a ninguém em relação ao entretenimento fora de casa. México, Argentina, Brasil e Chile destacaram-se entre os 10 principais países pelo número de pessoas que gasta com entretenimento. O México é o líder mundial (56%), seguido de muito perto por outra nação de sangue quente, a espanhola (55%).  A Espanha era líder absoluto em maio de 2005, tanto que nenhum dos países latino-americanos estava na lista dos 10 mais destacados neste título!

Cerca de um quarto dos consumidores portugueses e norte-americanos continuam dizendo que, depois de cobrir os gastos essenciais, não sobra nenhum dinheiro. O percentual de pessoas que pensa assim diminuiu significativamente nos Estados Unidos, assim como no Brasil (de forma mais perceptível de 23% a 7%), Chile, Dinamarca, Suécia, Grécia, Itália, Austrália, Nova Zelândia e Coréia do Sul.

Maiores medos e preocupações
De maneira global, os consumidores identificam como suas principais preocupações a economia, segurança no trabalho e a saúde.

A economia é a maior preocupação para a maioria dos países asiáticos, assim como para os Estados Unidos, tanto que a estabilidade no emprego é a principal preocupação para os latino-americanos. A saúde é o assunto principal – o segundo em importância - para Europa e América do Norte com sua população em processo de envelhecimento.

O Estudo Mundial de Confiança do Consumidor da ACNielsen, o mais amplo deste tipo, acontece 2 vezes ao ano.  Seu objetivo é medir os níveis atuais de confiança dos consumidores, hábitos/intenções de gasto e principais preocupações atuais. A mais recente versão do estudo foi realizada em novembro de 2005 e considerou mais de 23.500 consumidores – usuários regulares de Internet - localizados em 42 mercados na Europa, América do Norte e América Latina, região Ásia-Pacífico, África (República Sul Africana) e Oriente Médio.

Acerca de ACNielsen
ACNielsen, uma empresa do Grupo VNU, é a empresa líder mundialmente em informações mercadológicas.  Atuando em mais de 100 mercados, a ACNielsen fornece análises de mercado e sua dinâmica, e atitudes e comportamento do consumidor. Nossos clientes apóiam-se em nossas pesquisas de mercado, nossas ferramentas de análise e serviços profissionais para entenderem o desempenho competitivo, descobrir novas oportunidades e aumentar a rentabilidade de suas campanhas de marketing e de vendas. Para mais informações sobre a ACNielsen no Brasil, visite o site www.acnielsen.com.br  e para saber mais sobre a ACNielsen no mundo, visite o site www.acnielsen.com

A Vantagem VNU

A VNU é uma empresa global de informação e mídia com posições líderes no mercado e marcas reconhecidas em informação de marketing (ACNielsen), medição e informação de mídia (Nielsen Media Research) e informação comercial (Billboard, The Hollywood Reporter, Computing, Intermediar). A VNU está presente em mais de 100 países, com sede em Haarlem, Holanda e em Nova York, USA. A empresa conta com 38 mil empregados. Em 2004, os ganhos totais excederam a €3.3 mil milhões. A VNU tem ações na Bolsa de Comércio da Euronext Amsterdã (ASE: VNU). Para obter mais informações, visite www.vnu.com

 

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